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Tecnologia nos Processos Seletivos

Os recursos tradicionais para recrutamento e seleção estão cada vez mais em desuso, dando lugar a tecnologias que permitem mais agilidade e precisão para a equipe do RH. Se você está em busca de recolocação, o quanto está preparado(a) para esse cenário?


Você já ouviu falar em Marta Vieira da Silva, Michael Phelps, e Yelena Isinbayeva? Se você não é muito fã de esportes talvez tenha alguma dificuldade para reconhecê-los, mas esses são considerados os melhores atletas da história nos esportes que praticam!


Marta Vieira da Silva, brasileira, já foi escolhida como melhor jogadora de futebol do mundo por 6 vezes, 5 delas de forma consecutiva (recorde não apenas entre mulheres mas também entre homens). Michael Phelps, americano, é um nadador que conquistou 37 recordes mundiais e o maior número de medalhas de ouro olímpicas em uma única edição (Jogos de Pequim em 2008). Yelena Isinbayeva, russa, é uma ex-saltadora de vara, bicampeã olímpica e atual recordista mundial que superou por 28 vezes o seu próprio recorde.


Esses são apenas alguns exemplos de atletas que superaram seus próprios limites para alcançar seus objetivos profissionais. Pessoas de esportes e nacionalidades tão diferentes, o que eles têm em comum? Além de muita dedicação, disciplina e persistência, certamente se prepararam de maneira única para cada competição que participaram. Avaliaram a estrutura física de cada prova, quem poderiam ser seus concorrentes ao título e buscaram superar-se frente ao próprio histórico de desempenho. E o que isso tem a ver com processos seletivos?


Assim como cada atleta vê uma competição como singular, o candidato a uma vaga de emprego deve considerar cada oportunidade de recolocação como única. E se preparar para a competição!


O uso da tecnologia


Se até 2019 o uso da tecnologia já fazia parte de alguns processos seletivos, essa condição ganhou ainda mais força a partir de março deste ano. Os softwares com inteligência artificial auxiliam as empresa a encontrarem os melhores talentos para suas oportunidades e a tendência é só evoluir em inovação a partir daí. Nós da UP já utilizávamos muitas ferramentas tecnológicas nos nossos processos seletivos e neste momento estamos operando de forma 100% remota. Para concorrer a qualquer uma de nossas vagas o candidato precisa preencher o currículo no site e partir daí passará por etapas como questionários em vídeo e entrevistas, dinâmicas de grupo e testes psicotécnicos por videoconferência.


E todos os candidatos estão preparados para essa inovação? Infelizmente não. E cito “infelizmente” não por nós da UP, porque sempre nos dispomos a auxiliar quem precisa de orientações nesse sentido. Mas a falta de conhecimento tecnológico pode sim passar uma “impressão ruim” para as empresas (numa entrevista final, por exemplo). Conexão falhar, aplicativos travarem e áudio não funcionar são problemas comuns nesse cenário e quase nunca temos controle de quando vão ocorrer. Mas a preparação do uso da ferramenta antes da etapa de avaliação está sob nosso controlem, então é importante se capacitar.


Como se preparar?


Dificilmente o encontro virtual como o recrutador é agendado para o mesmo dia do contato e, se for, geralmente há um prazo de algumas horas para que ele aconteça. Nesse período é essencial que você busque conhecer/testar a ferramenta que será utilizada na avaliação (na nossa matéria Trabalhando em casa? citamos duas opções de meios para videoconferência, comuns em processos seletivos).


Procure tirar todas as suas dúvidas sobre a ferramenta que será utilizada antes do horário agendado com o recrutador. E como geralmente são utilizados instrumentos gratuitos, você também tem a opção de fazer cadastro e testá-los com as pessoas mais próximas a você. Estando mais seguro(a) com o uso da ferramenta, você ficará mais confortável para participar da avaliação já que este será um assunto a menos para se preocupar!


Além da segurança tecnológica, procure preparar-se para possíveis perguntas que serão feitas. Independentemente da vaga para a qual estará concorrendo, o recrutador sempre desejará conhecer você e seu histórico profissional (caso já tenha experiência). E isso inclui seus dados pessoais como estado civil, se tem filhos, o que gosta de fazer nos momentos de lazer, qual seu objetivo profissional atual (porque tende a mudar com o passar do tempo), o que te motiva, entre outros.


Os melhores atletas do mundo não conquistaram seus objetivos se preparando apenas uma vez. Diariamente avaliaram seu desempenho, buscaram estratégias de aperfeiçoamento e treinaram incansavelmente até conquistá-los. O contexto externo provavelmente irá mudar com uma certa frequência e você sempre precisará estar preparado(a) para adaptar às mudanças que vêm como ele. Afinal, o responsável por sua carreira é você! ;)


E hoje você se sente preparado(a)? Se a resposta for “não”, conte conosco para esclarecer as suas dúvidas. Não deixe de conhecer o nosso Projeto Carreira que pode te ajudar perceber o que te destaca de outros candidatos e o que pode te impedir de conquistar o emprego dos sonhos.


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